| Consequência da economia global, a nova organização precisará ter suas operações suportadas por processos inteiros e integrados, na maior parte das vezes transcendendo seus limites (deixam de ser processos de uma organização para se transformarem em processos de cadeias inteiras de relacionamento entre organizações), e a desfragmentação de processos passa a ser vital para operar com performance e alto nível de serviços.
As tecnologias tradicionais de informação estão dando lugar a uma nova arquitetura orientada a processos, serviços, regras e conhecimentos, trazendo uma nova perspectiva para as possibilidades de integração de cadeias de negócios inteiras, de muito maior eficiência, automação e maior inteligência agregada aos processos.
Essas tecnologias podem suportar, hoje, toda a arquitetura da empresa/organização e os seus negócios, abrangendo competências em todo o seu ciclo de operação:
- estrutura/organização
- estratégia
- performance
- regras do negócio
- processos, projetos e pendências
- cadeias de valor
- monitoramento das atividades e
- serviços/componentes
Para cada uma destas competências estruturais há uma base tecnológica em uso - algumas delas já vêm ganhando maior popularidade, como o BPM (Business Process Managment ou Gestão por Processos) - e todas podem trabalhar sincronizadas por meio de uma adequada plataforma de integração tecnologia/negócios. Esta integração é o que está produzindo a nova geração de empresas, muito mais dinâmicas e ágeis.
Mas, convém ressaltar, integrar eficazmente tais recursos tecnológicos não se limita à interoperabilidade e flexibilidade para obter as vantagens competitivas esperadas para o negócio. Muito mais do que isto, implantar novas arquiteturas de negócios com base em suporte tecnológico requer tratar pré-requisitos ligados à estratégia, aos processos e à estrutura da empresa, para que sua implantação traga os benefícios esperados para os negócios. |